quarta-feira, 26 de maio de 2010

Insólita realidade.

Pela madrugada deixo meus passos pela casa.
Libero feromônios em vão a cada sonho insano.
Pela rede desejos dominam, o pudos se cala.
Sigo a vasculhar o submundo, destruindo meu sono.

Era para ser real.
Se não fosse covardia, inércia potencialmente mortal.
A atitude correta sería vivenciar o mundo real.
Tal qual.

Mas não é mundo senão submundo.
Não é leve senão pesado, imundo...
Profanos desejos, ensejos diante da sociedade.
Mas esta é a representação da realidade?

Hipócritas!
E eu perdendo tempo em julgar-me insano.
Diante de tamanha mentira, pessoas fantoches, almas amorfas.
Se mostrassem a verdade, quem são na realidade, diríamos espantados: - Não são humanos!

Mas que é ser humano senão aluno?
Por isso meu respeito não deve ser nulo...
Devo sentir-me normal, assumindo minhas atitudes.
Pois a vida dá voltas e meus piores vícios podem se tornar minhas maiores virtudes.

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